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Pelo menos 10 razões para boicotarmos os Estados Unidos da América > #5 US Military expenditure Os custos megalómanos do exército dos EUA em 2004 Em 2004 os Estados Unidos foram o país que mais gastou com a actividade militar, representando 47 % dos custos mundiais em gastos militares, ou seja, 455 biliões de dólares, de acordo com a SIPRI, instituto líder em pesquisas.
O SIPRI ( Instituto Internacional de Estocolmo de Pesquisa pela Paz - trata-se de um instituto globalmente reconhecido pela fidedignidade da sua informação) afirmou, no seu relatório anual, que os custos monetários com acções militares em 2004, excederam 1 trilião de dólares (USD=2005), devido ao massivo investimento dos Estados Unidos na guerra contra o terrorismo. O relatório menciona ainda que os custos militares regulares aumentaram, quer nos EUA como noutros países ou regiões a nível mundial, residindo a principal explicação na intervenção dos EUA noutros países e, em menor nível, pelos seus parceiros de coligação. Como média global, os custos militares mundiais em 2004 correspondem a 162 dólares per capita e 2,6 % do produto interno bruto mundial. De acordo com o SIPRI, com um gasto de $455 biliões (USD), os Estados Unidos representaram 47 por cento do total mundial, total este superior à soma das 32 nações mais poderosas. Mais acrescenta que, em 2003, o investimento dos EUA foi de 405 milhões de dólares. Os gastos dos EUA "cresceram rapidamente no período 2002-2004, como resultado de grandes atribuições orçamentais para a guerra mundial contra o terrorismo, nomeadamente, nas operações militares no Afeganistão e Iraque", de acordo com o SIPRI.
O relatório acrescentou que os gastos militares dos EUA subiram para 3,9% do produto interno bruto em 2004 de uma percentagem de 3,0% em 1999, mas permanecendo bem abaixo do pico alcançado com a Guerra Fria - 6,0 %. Os Estados Unidos na região Latino- Americana Os Estados Unidos são de longe o mais importante interveniente na segurança externa na América Latina (incluíndo as Caraíbas). Desde a Guerra Fria, em que o alvo era o comunismo, que o nível de apoio dos EUA aos países dessas regiões decresceu e o seu padrão de acção modificou-se.
A Colômbia é actualmente o maior beneficiário da ajuda norte-americana de uma forma altamente "militarizada", em virtude da luta interna contra guerrilheiros armados ligados ao comércio da droga. Outros países recebem, de forma crescente, assistência dos EUA a nível de formação dos militares. Ainda que alguns líderes sul-americanos tenham simpatizado com a tomada de posição dos EUA contra o terrorismo, alguns na região estão agora preocupados com a maneira como os motivos anti-terroristas parecem entorpecer a visão, dos EUA, daquela região em detrimento de outras razões de cooperação e ajuda. Vários países da América Central e Latina participaram na coligação norte-americana no Iraque, mas apenas El Salvador lá permanece com as suas forças militares. Last update: June 2005 Fontes: |
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